Hoje tomei verdadeiramente consciência disso. Não és tu que eu amo, é a parte de ti que foste ao início, ou que fingiste ser, quando te conheci. Era aquela pessoa de palavras e gestos doces, aquela pessoa que me adorava e revelava necessidade da minha presença e da minha atenção. Julgo que essa pessoa existiu mesmo, de vez em quando ainda a vislumbro em certas mensagens, em certos olhares, em certas atitudes. Mas essa pessoa já não és completamente tu. Ja não és o M'm' integro. És uma pessoa qualquer que eu conheço, e que sinceramente não prezo muito. Não gosto muito da relação que mantenho com a tua nova identidade.
Tenho isto dito, cheguei a uma decisão: o M'm' desapareceu. Eu tenho esperanças que ele volte a aparecer, desta vez para nunca mais partir, mas a verdade é que é uma mera (mas forte) esperança, não uma certeza. Ele só voltará a aparecer quando te voltares a preocupar bastante, quando tivermos aquela conversa esclarecedora para deitar tudo cá para fora e esclarecer todos os mal-entendidos. Até lá, não tenho mais nada para te dizer. Não te conheço, nem quero conhecer. Se não reaparecer, foi muito bom conhecê-lo e tê-lo na minha vida por momentos@ Mas eu tenho esperança.
Até lá...
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